UM TOQUE DE TECNOLOGIA NO PRECONCEITO

11/06/2020

 

Em minha coluna hoje gostaria de mencionar o brilhantismo de um dos negros na história que realizaram algum feito que beneficiou a todos. Nesse tempo em que parece que mesmo diante de tanta tecnologia, de tantos recursos, de intermináveis estruturas de ensino, ainda vivemos em um cenário de preconceito e divisão. 


Lembro que em determinado momento preparei um material sobre as mulheres, para honrá-las, e em minhas pesquisas descobri que foram mulheres que inventaram a serra de mesa para cortar toras, escadas de incêndios de fora dos prédios nos EUA, o wireless que tanto nos beneficia nos dias de hoje. 


Assim sendo, para aqueles que acham que um negro tem menos valor, não se espante ao pesquisar e descobrir que coisas que fazem muita diferença no seu dia a dia hoje foi estudado, trabalhado e desenvolvido por um irmão negro, que na abundância de sua melanina não encontrou barreiras para desenvolver sua capacidade de aprender, empreender e crescer. Ao mencionar o Sr. Philip Emeagwali, quero homenagear a todos os negros que vencem o preconceito e buscam seu espaço com honra, luta e dedicação.

 

O nigeriano Philip Emeagwali obteve um bacharelado em matemática e três outros diplomas: um doutorado em computação científica pela Universidade de Michigan e dois mestrados pela Universidade George Washington. Ele ficou conhecido na tecnologia por usar 65 mil processadores para inventar o computador mais rápido do mundo, que realiza 3,1 bilhões de cálculos por segundo. Ele foi eleito o 35º maior africano (e o maior cientista africano) de todos os tempos em uma pesquisa da revista New African. Seus registros foram citados em um discurso de Bill Clinton como um exemplo do que os nigerianos poderiam alcançar quando tivessem oportunidade.

 

 

 

 

 

 

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